Alzheimer, tem cura?

Alzheimer, tem cura

Com a chegada da velhice vêm também as doenças e muita gente se preocupa em saber se Alzheimer, tem cura ou algum tratamento eficaz.

O Alzheimer é uma doença que provoca, principalmente, perda de memória recente. Porém, outros sintomas como mudanças de humor, irritabilidade e falta de atenção também estão associados.

A doença é gradativa e, se começa com alguns sintomas considerados leves, pode evoluir até a morte. A doença é neurodegenerativa progressiva e, por isso, os danos continuam sempre aumentando.

Os sintomas que citamos acima dizem respeito à fase pré-demência da doença. Depois dela, as fases inicial, intermediária e avançada trazem ainda mais danos neurológicos.

Alzheimer: tem cura?

Como já dissemos, o Alzheimer ainda não tem cura, mas há diversos tratamentos que podem ser feitos. Todos eles, no entanto, são ideais para atrasar a evolução da doença, mas não para eliminá-la.

Além dos medicamentos comuns que podem ser prescritos, uma mudança de atitude é necessária. Uma alimentação que favoreça o desenvolvimento neurológico também vale a pena.

Outro ponto importante é manter o cérebro sempre trabalhando. Por isso, atividades como palavras-cruzadas, pintura e atividades manuais no geral podem ajudar a atrasar a doença.

Como o Alzheimer atua de forma evolutiva, é muito importante que o tratamento comece cedo. Por isso é primordial que se fique atento em idosos, principalmente aqueles com histórico na família.

Com a aparição dos primeiros sintomas, pode-se começar o desenvolvimento do tratamento.

Como estão as pesquisas?

Os cientistas trabalham dia a dia para poder trazer a afirmação de que o Alzheimer tem cura. Por isso existem várias pesquisas em andamento, tanto para tratamento quanto para cura da doença.

Uma das mais promissoras é que envolve a utilização de células-tronco no combate à doença. A ideia seria que as células pudessem combater uma proteína que se multiplica quando da doença.

O zileuton, uma droga associada à asma, conseguiu resultados 90% positivos em camundongos. O problema é que, ao longo do tempo, foram identificados efeitos colaterais em razão do uso continuado.

No mundo todo, diversas outras pesquisas estão em andamento, inclusive no Brasil. Todas elas procuram encontrar uma forma de frear a degeneração das células causada pela doença.

Conclusão

Como você pode perceber, o Alzheimer é uma doença grave e de difícil controle. No entanto, as pesquisas estão evoluindo em busca de tratamento efetivo.

Por isso, a ideia de que o Alzheimer tem cura não tem fundamento ainda. A esperança, outrossim, é que as pesquisas deem bons frutos logo e boas notícias surjam sobre o tema.